Vinhos do Tejo no Adegga WineMarket Lisboa 2018


Por José Manuel Moroso

Adega Cooperativa do Cartaxo

A Adega do Cartaxo, situada na margem Norte do rio Tejo, foi fundada por 22 associados e desde 1954 que está no mercado. A sua área social atinge os 700 ha e produz anualmente 7 milhões de litros, com os tintos em maioria representando 70%. Entre as suas marcas comercializadas, e só para citar algumas, vamos encontrar o Encostas do Bairro, o Plexus e o Bridão, entre outros

Casa Cadaval

Teresa Schonborn, Marquesa de Cadaval, é a produtora desta secular herdade de Muge que, diz-se, terá sido habitada pela rainha D. Leonor de Áustria, terceira mulher do rei D. Manuel I. Nos seus 400 anos de história, só a partir dos começos do século XVII passou a estar nas mãos da Casa Cadaval, que encerra mais uma curiosidade: o seu património de 5.400 ha é gerido por mulheres desde há cinco gerações consecutivas. Teresa Schonborn é actualmente a presidente do conselho de administração desta herdade de Muge com solos arenosos distribuídos pelas zonas do Campo e da Charneca. Os seus vinhos mais conhecidos são o Casa de Cadaval e os Pedro Padre.

Casal Branco

Desde 1775 que a Quinta Casal Branco se mantém na família Cruz Sobral. Situada a poucos quilómetros de Almeirim, tem 1.100 ha de terreno, dos quais 140 são de vinhas plantadas em terroir franco-arenoso na zona de Charneca, margem esquerda do Tejo. A sua enóloga, Joana Silva Lopes – a família produz vinho há mais de 3 gerações – é a grande responsável por trazer até nós vinhos como os Falcoaria e Quinta do Casal Branco.

Casal das Freiras

Esta quinta da zona de Tomar pertenceu a uma comunidade de freiras e é hoje gerida pela produtora Rita Vidal, que sucedeu a seu pai nos destinos da propriedade, em 2017. Mudou-se, por isso, com marido e filhas do Porto para Tomar e actualmente acompanha o trabalho nas vinhas e na adega, sendo também responsável pelo enoturismo e pela parte comercial. A propriedade tem 180 ha dos quais 12 são de vinha plantada em terrenos argilo-calcários, produzindo 6.600 garrafas/ano. Os seus vinhos estão no mercado com o rótulo Casal das Freiras.

Encosta do Sobral

várias gerações que a família de Pedro Sereno se dedica à cultura da vinha e do vinho. Pedro, que tirou o curso no Instituto Superior de Agronomia, é o enólogo e viticultor desta quinta de 60 ha, que possui os únicos terrenos de xisto na região do Tejo, junto a Tomar. Em conjunto com a acção da barragem do Castelo de Bode, estes terrenos emprestam aos seus vinhos qualidades que os distinguem: são intensos e vibrantes. Os seus vinhos mais marcantes ostentam no rótulo o nome da quinta Encosta do Sobral.

Enoport

A ENOPORT é um grupo formado, em 2005, resultante da fusão das mais antigas e emblemáticas empresas de vinhos portugueses, tais como as Caves Velhas, Caves Dom Teodósio, Adegas Camillo Alves, Cavipor e Caves Moura Basto. No total, são 350 ha de vinha e uma produção de 30 milhões de garrafas/ano. A sua propriedade na região do Tejo é a Quinta de São João Baptista, adquirida em 1987 pelas Caves Dom Teodósio. Como principais marcas chegam ao mercado os Quinta de São João Baptista, os Cabeça de Toiro e os Romaneira.

FALUA

O Grupo francês Roullier, um dos principais em todo o mundo no sector agroquímico e líder na nutrição vegetal e animal, adquiriu, em Setembro de 2017, 80 por cento da Falua, em Almeirim, à Gestimus de João Portugal Ramos. O seu projecto é aproveitar para testar nesta quinta as suas soluções de fertilização. Com 68 ha de vinha própria no terroir de proximidade aluvial do rio Tejo em zonas de Campo e Charneca, recorre também às uvas de mais 250 ha, estes em parceria mas com gestão da própria Falua. Produzindo mais de 5,5 milhões de garrafas/ano sob a responsabilidade da enóloga Antonina Barbosa, são especialmente reconhecidos os seus vinhos Conde de Vimioso e Falua.

Quinta da Alorna

Com história única – realçe para o seu Palácio construído por D. Pedro de Almeida Portugal, em 1725 -, a Quinta pertenceu à Marquesa de Alorna, que esteve enclausurada 18 anos no Convento de Chelas devido à ligação da sua família aos Távoras, perseguidos pelo Marquês de Pombal. Hoje, a Quinta está ligada a um projecto encabeçado pelas 4ª e 5ª gerações da família Lopo de Carvalho. Com 220ha de vinha nas zonas do Campo e Charneca, produzem anualmente 1,85 milhões de litros sob a responsabilidade da enóloga Martta Reis Simões. Os seus vinhos mais conhecidos são os Quinta da Alorna e os Marquesa de Alorna.

Quinta da Atela

Situada em Alpiarça, foi adquirida há cerca de um ano pela empresa Agropecuária da Quinta Vale Ventos, que está inserida no grupo económico Valgrupo. Os seus 100 ha de vinha, as mais velhas com mais de 45 anos e as mais novas com 10 anos, produzem 150 mil garrafas/ano de vinho branco e 600 mil de vinho tinto. Os seus vinhos mais conhecidos são Quinta da Atela e Casa da Atela.

Quinta da Badula

A produtora Élia Marques Vitorino, 36 anos, é licenciada em Gestão de Empresas e integra a Confraria Enófila Nossa Senhora do Tejo. Com um projecto familiar nascido em 2007, altura em que foi plantada a primeira parcela de vinha, vê cinco anos depois os seus vinhos a chegarem ao mercado. Com a enologia entregue a António Ventura, coloca à venda 6.700 garrafas com uvas que saem dos seus 20 ha de vinha. Nos seus vinhos destacam-se o Quinta da Badula e o Badula Colheita Seleccionada. A Quinta da Badula situa-se em Rio Maior e tem este nome porque Badula era a alcunha que foi imposta aos antigos proprietários. Badula, recorde-se, é o nome dado a uma família de flores.

Quinta da Lapa (Produtor Adegga)

Fundada há mais de 300 anos, a Quinta da Lapa foi comprada, em 1706, por D. Lourenço de Almeida ao capitão Bartolomeu Lobo de Gama. Está situada próximo das férteis colinas a leste da Serra de Montejunto, na margem Norte do rio Tejo, na zona do Bairro, e os seus solos são argilo-calcários. Comprada em 1989 por José Guilherme da Costa, é actualmente a sua filha, Sílvia Canas da Costa, quem abraçou o projecto do pai, largando os seus 25 anos de trabalho na área da arquitectura para se dedicar em exclusivo à Quinta da Lapa. Dos seus 67 ha de vinha saem o Quinta da Lapa e o Clarete.

Quinta da Ribeirinha

A Quinta da Ribeirinha, na Póvoa de Santarém, começou com o patriarca da família, José Cândido, agricultor e que tinha o vinho como principal fonte de rendimento. Em 1995, o seu filho Joaquim Cândido, médico, decide apoiar a actividade do pai e avançou com a plantação de novas áreas de vinha. Em 2003, dois dos seus filhos juntam-se-lhe. Mariana Cândido, economista de formação, é hoje a produtora, em conjunto com o seu irmão Rui Cândido, um bioquímico que veio completar a equipa. Os seus 60 ha de vinha plantada em solos argilo-calcários trazem até nós vinhos como o Quinta da Ribeirinha e o Vale de Lobos da responsabilidade do enólogo César Machado.

Quinta Vale de Fornos

A sua história é rica. Foi comprada por Dona Antónia Adelaide Ferreira, a célebre Ferreirinha, para oferecer à sua filha pelo casamento desta com o 3º Conde da Azambuja. Diz-se que pelos seus vinhedos terá passado Cristóvão Colombo a caminho da casa de D. João II, em Vale do Paraíso, e também consta que as tropas de Napoleão se aquartelaram por aqui. Em 1972, esta quinta situada na Azambuja foi comprada pela família Duarte Monteiro. Entretanto, hoje faz parte de um projecto integrado no grupo Encostas de Alqueva e sob a responsabilidade do enólogo David Ferreira saem os seus vinhos Quinta Vale de Fornos, feitos com uvas vindas de solos argilo-calcários, arenosos e franco-argilosos.

Vinhos Zé da Leonor

A Casa Agrícola Rebelo Lopes é uma empresa familiar criada em 2012, mas a sua história já vem desde o início do século passado. Na altura, o Zé da Leonor, agricultor assim conhecido na zona de Riachos, adquiriu a Quinta Nova. Os tempos passaram e hoje o seu neto e bisnetos recuperaram a Quinta. Carlos Rebelo Lopes, engenheiro mecânico de profissão, e o filho, Pedro Rebelo Lopes, Geógrafo Físico e com curso de pós-graduação em Wine Business, estão agora à frente da gestão dos seus 4 ha, auxiliados pelo enólogo Filipe Sevinate Pinto. A sua produção é de 40.000 garrafas/ano.

Tejo é a primeira Região convidada e sobe ao Palco Adegga. No ano em que damos início às comemorações de 10 anos do Adegga WineMarket, apresentamos novidades no programa e, pela primeira vez, o Adegga convida uma região de vinhos a mostrar algumas das suas referências. Os Vinhos do Tejo ganham um espaço próprio dentro do Adegga WineMarket, com 14 produtores a apresentar uma selecção de vinhos com diferentes perfis. Duas provas comentadas com apresentação do jornalista Fernando Melo – “Fernão Pires em boa companhia” e “Os terroirs do Tejo e seus segredos” – sobem ao Palco Adegga , um espaço novo criado para dar destaque aos temas que se integram na experiência do evento.

Mais informações sobre o Adegga WineMarket

500 vinhos da Loja Online Pop Up em prova gratuita durante 1 dia

Adegga WineMarket a 1 de Dezembro em Marvila

O Adegga WineMarket Lisboa está a chegar e, a 1 de Dezembro, há 500 vinhos da loja de vinhos online pop up em prova gratuita, entre as 14 e as 21 horas. Ao longo de um dia, o Armazém 16 em Marvila é sala de provas de vinhos de 15 regiões, representadas por 70 produtores Adegga, onde é possível experimentar uma grande diversidade de vinhos, registar as preferências e as descobertas com o SmartWineGlass e, após o evento, receber em casa os vinhos comprados com toda a comodidade.

Loja de Vinhos Online Pop Up

O Adegga WineMarket é o único evento onde é possível comprar todos os vinhos em prova e no qual os visitantes só têm de escolher o que querem receber em casa: se o bilhete “Prova” dá acesso aos 500 vinhos presentes, o bilhete “Loja” permite a mesma experiência com a possibilidade de transformar o valor da entrada (40,00 euros) em vinhos entregues na morada indicada.

Num total de 500 referências, o Adegga sublinha uma seleção de qualidade superior, garantindo pontuações acima dos 89 pontos, com destaque para 40 vinhos excepcionais, pontuados acima dos 94. As recomendações são muitas e vão desde o Adegga 52, com escolhas dos produtores, ao Adegga Ânfora, um exclusivo para vinhos com estágio ou fermentação em ânforas de barro ou talhas, passando pelo Adegga Bio (uma seleção de vinhos biológicos, biodinâmicos, sustentáveis e naturais) e pelo Adegga Rising Stars, para quem quer conhecer novos projectos e enólogos em ascensão. Mas a novidade é mesmo a lista 50 Best Values de André Ribeirinho abaixo de 15 euros, uma proposta para descobrir a qualidade acessível de Portugal no copo de André Ribeirinho, co-fundador do evento, durante uma viagem pelas referências nacionais.

O único evento com uma Sala Premium onde se descobrem vinhos raros e especiais é também exclusivo para o consumidor que procura qualidade, diversidade e conveniência na mesma proposta de valor: o Adegga WineMarket transforma, por um dia, a loja online numa loja pop up para as compras de Natal, com mais de 500 vinhos a preços de ocasião e entregues gratuitamente em encomendas de seis, doze ou mais garrafas.

Após 26 edições, o Adegga WineMarket muda-se para o bairro mais fervilhante da cidade de Lisboa. Os bilhetes e informações adicionais estão no site oficial do evento.

Mais Informação e Bilhetes

Informações gerais:

    • Nome: Adegga WineMarket Lisboa 2018
    • Data: 1 de Dezembro
    • Horário: 14h às 21h
    • Local: Armazém 16, Marvila, Lisboa
    • Evento no Facebook
    • Bilhetes: disponíveis na Bilheteira Online
      Prova 15€ online / 20€ à porta, 40€ Loja, 60€ Loja Duplo, 50€ Sala Premium
    • Profissionais: entrada especial, inscrição aqui
    • Estacionamento (todos sem parquímetro nas “ruas à volta do evento”):
      Paralela à Rua do Açúcar; descampado junto à Rua Acácio Barreiro ou na Rua Amorim
    • Comboio: Estações de Marvila ou Braço de Prata
    • Autocarro: Carreiras 210, 718 ou 728
    • Contactos Adegga: [email protected] ou 800 502 321

Adegga WineMarket muda-se para Marvila com 6 chefs, 500 vinhos e muitas novidades

A 1 de Dezembro há uma década para celebrar
(English)

O Adegga WineMarket Lisboa chega a Marvila no dia 1 de Dezembro com 70 produtores, 500 vinhos, 6 Chefs e muitas novidades para provar com o SmartWineGlass. No ano em que dá início às comemorações de 10 anos do projeto, a equipa Adegga apresenta novidades no programa e aposta no destaque de uma região e de alguns dos seus vinhos de referência: a Região dos Vinhos do Tejo é a primeira região a ser convidada para o evento.

O Adegga WineMarket é o único evento onde é possível comprar todos os vinhos em prova e no qual os visitantes só têm de escolher o que querem receber em casa: se o bilhete “Prova” dá acesso aos 500 vinhos presentes, o bilhete “Loja” permite a mesma experiência com a possibilidade de transformar o valor da entrada (40,00 euros) em vinhos entregues na morada indicada.

Experimentar vinhos biológicos, de ânfora e em ascensão
Na edição de final de ano, o evento aposta na segmentação de experiências e apresenta o Adegga Ânfora – um espaço dedicado aos vinhos com estágio ou fermentação em ânforas de barro ou talhas – e o Adegga Bio, que destaca os vinhos biológicos, biodinâmicos, sustentáveis e naturais presentes no evento. Para os mais curiosos, o Adegga Rising Stars dá a conhecer novos projetos e enólogos em ascensão, contando já com confirmações como Álvaro Martinho (Douro), Arribas Wine Company (Trás-os-Montes), Herdade da Anta de Cima (Alentejo), Hugo Mendes (Lisboa), Portugal Boutique Winery (Douro), Quinta do Olival da Murta (Lisboa), Rosa da Mata (Dão), Titan of Douro (Douro) e Vale dos Ares (Monção e Melgaço).

Tejo é a primeira Região convidada e sobe ao Palco Adegga
Pela primeira vez, o Adegga WineMarket convida uma região de vinhos a mostrar algumas das suas referências num espaço próprio dentro do evento. Os vinhos do Tejo convidam 14 produtores a apresentar uma seleção de vinhos com diferentes perfis. Duas provas comentadas pelo jornalista Fernando Melo“Fernão Pires em boa companhia” e “Os terroirs do Tejo e seus segredos” – sobem ao Palco Adegga, um espaço novo criado para dar voz aos temas que se integram na experiência do evento.

Sala Premium: vinhos raros pela mão dos sommeliers Ivo Peralta e Francisco Oliveira
Num evento em que há vinhos entre os 5 e os 50 euros, a Sala Premium é o ponto de encontro de apreciadores de vinhos raros e especiais, materializando-se numa área exclusiva que terá provas de brancos e tintos topo de gama, vinhos do Porto, Madeira e Moscatel de Setúbal antigos, servidos pelos sommeliers Ivo Peralta (Restaurante Epur) e Francisco Oliveira (Mundo do Vino) que estão disponíveis para esclarecer qualquer dúvida. Uma experiência inesquecível, que acontece numa zona especial dentro do evento com acesso limitado a reserva antecipada.

Após 26 edições, o Adegga WineMarket passou já por destinos como o Porto e o Algarve, internacionalizou-se em Estocolmo, Bruxelas e Berlim, mas regressa sempre ao lugar onde tudo começou: Lisboa. Nesta edição, o evento muda-se para Marvila e dá protagonismo ao vinho num dos bairros mais icónicos da cidade.

Mais Informação e Bilhetes

Informações gerais:

    • Nome: Adegga WineMarket Lisboa 2018
    • Data: 1 de Dezembro
    • Horário: 14h às 21h
    • Local: Armazém 16, Marvila, Lisboa
    • Evento no Facebook
    • Bilhetes: disponíveis na Bilheteira Online
      Prova 15€ online / 20€ à porta, 40€ Loja, 60€ Loja Duplo, 50€ Sala Premium
    • Profissionais: entrada especial, inscrição aqui
    • Estacionamento (todos sem parquímetro nas “ruas à volta do evento”):
      Paralela à Rua do Açúcar; descampado junto à Rua Acácio Barreiro ou na Rua Amorim
    • Comboio: Estações de Marvila ou Braço de Prata
    • Autocarro: Carreiras 210, 718 ou 728
    • Contactos Adegga: [email protected] ou 800 502 321

A Mesa Mais Longa do Verão celebra o vinho e a gastronomia portuguesa

No dia 30 de Junho, o chef Nuno Bergonse cozinha com produtos locais e da época para uma mesa única de 50 pessoas no ambiente festivo do Adegga Wine & Food Festival.

A Mesa Mais Longa do Verão chega às galerias do Pavilhão Carlos Lopes no próximo dia 30 de Junho, no âmbito do Adegga Wine & Food Festival 2018. A partir das 21h30, o chef Nuno Bergonse vai cozinhar para uma mesa única de 50 pessoas um menu exclusivo com produtos nacionais, nomeadamente pão da Gleba, o azeite Alentejano de Cortes de Cima, legumes biológicos da Quinta do Arneiro, especiarias da Maria Granel, porco alentejano e produtos da Fruta Feia. O jantar é BYOB (Bring Your Own Bottle), pelo que todos os participantes poderão levar uma garrafa de vinho à escolha. Adicionalmente, a equipa do Adegga levará alguns vinhos surpresa.

“Esta é a primeira Mesa Mais Longa do Verão, na qual vamos reunir vinhos portugueses selecionados pela nossa equipa e uma proposta gastronómica sustentável, num lugar especial e num ambiente de celebração. O Adegga Wine & Food Festival assume-se como um evento de verão que apresenta os melhores produtos e marcas de qualidade e que simultaneamente proporciona uma experiência gastronómica com alguns dos principais nomes nacionais da área num contexto descontraído”, refere André Ribeirinho, um dos fundadores do Adegga.

O bilhete para o jantar A Mesa Mais Longa do Verão tem um custo de 60€ e inclui entrada nos dois dias do Adegga Wine & Food Festival. Este festival, que celebra o Verão com os melhores produtores, vinhos e gastronomia de Portugal, realiza-se nos terraços do Pavilhão Carlos Lopes nos dias 30 de Junho e 1 de Julho.

Estarão presentes 60 dos principais produtores de vinho portugueses e dez chefs para criar uma experiência gastronómica completa e única. Os chefs e/ou restaurantes convidados por dez marcas de vinho presentes no evento vão oferecer, em cada “Mesa do Chef”, provas exclusivas com as melhores harmonizações entre gastronomia e vinho. Entre eles, encontramos o chef Joachim Koerper com a Ségur Estates, Diogo Rocha com os vinhos Carlos Lucas, Vítor Claro com Dominó, Valdir Lubave no Beira Bar (lounge com vinhos das Beiras), Lisboa à Vista com Vicentino, Malaca Too and Cochinchina com Aveleda. O chef André Magalhães vai estar também presente no Adegga Wine & Food Festival com a Taberna da Rua das Flores.

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Informações gerais:

Adegga Wine & Food Festival 2018 abre o Verão em Lisboa com 60 produtores de vinho e 10 chefs

Os terraços do Pavilhão Carlos Lopes abrem as portas, nos próximos dias 30 de Junho e 1 de Julho, ao Adegga Wine & Food Festival 2018, uma celebração de Verão com os melhores produtores, vinhos e gastronomia de Portugal.

O evento junta 60 dos principais produtores de vinho portugueses e dez chefs para criar uma experiência gastronómica completa e única. Chefs convidados por dez marcas de vinho presentes no evento vão oferecer, em cada “Mesa do Chef”, provas exclusivas com as melhores harmonizações entre gastronomia e vinho. Julia Kemper, Vicentino, Aveleda, Herdade Grande, Quinta do Sagrado, Quinta Maria Izabel, Symington e Dominó são os oito produtores já confirmados que terão Mesa do Chef.

O Passe Festival é um dos bilhetes disponíveis e, por um valor de 40€, dá acesso a entrada para um dia de evento, com possibilidade de prova de mais de 500 vinhos, um vale de compras no valor de 10€ e ainda seis petiscos Mesa do Chef no valor de 30€. Também como novidade, o Adegga apresenta o Palco Adegga e o Adegga Rising Stars. No primeiro, dá palco aos melhores produtos, produtores e chefs a nível nacional, que poderão apresentar os seus projectos; o segundo é um espaço inclusivo para novos projectos de qualidade – pequenos produtores têm aqui uma oportunidade para apresentar os seus vinhos.

“É um orgulho percebermos o crescimento e a evolução que construímos anualmente. Temos conseguido não só ir de encontro aos objectivos dos produtores que marcam presença no evento, mas também criar, de ano para ano, experiências inovadoras. O Adegga Wine & Food Festival é o primeiro evento de vinhos que permite uma experiência gastronómica associada, uma ligação profunda entre o vinho e a comida, num ambiente descontraído e de Verão. Por outro lado, temos também outras novidades, como o Adegga Rising Stars, que confere um carácter inclusivo ao evento, no sentido em que permite ao consumidor conhecer novos projectos de qualidade”, refere André Ribeirinho, um dos fundadores do Adegga.

A vertente tecnológica é fundamental nos eventos do Adegga. Além do SmartWineGlass, já conhecido do público, estará também disponível uma experiência de realidade virtual. Através do Adegga 360 será possível visitar virtualmente a Quinta Maria Izabel enquanto se provam os vinhos deste produtor do Douro.

O Adegga afirma-se desde 2009 como uma marca de Wine & Lifestyle, que recomenda e aproxima produtores a consumidores de vinho através de uma diversidade de experiências.

André Ribeirinho, André Cid e Daniel Matos criaram o conceito do Adegga WineMarket que ao longo de mais de 20 edições definiu o standard de qualidade em eventos de vinho, integrando Prova & Compra, Loja Online do Evento, Adegga Rising Stars e a tecnologia SmartWineGlass. A tecnologia SmartWineGlass, premiada internacionalmente e utilizada em prestigiados eventos a nível mundial, permite aos visitantes recordar e guardar as marcas visitadas e os vinhos provados através do envio de um e-mail personalizado. O Adegga Rising Stars é um espaço dentro do evento que pretende dar a conhecer os novos enólogos e projectos em ascensão. Estas são algumas das inovações que tornaram o Adegga WineMarket numa referência na indústria do vinho. Através de uma comunicação moderna e orientada para o consumidor, o Adegga trouxe novos consumidores para o vinho e deu a conhecer mais de 200 produtores de qualidade. Em anos anteriores, o Adegga internacionalizou o conceito e levou os produtores portugueses a Bruxelas, Berlim e Estocolmo.

Informações gerais:

Guia Adegga Porto: Os 20 Melhores WineSpots para conhecer em 2018

Nos últimos anos, uma onda de conceitos centrados no vinho encontrou um terroir fértil na cidade e tornou-a num lugar melhor para beber e para viver. Este guia serve para destacar todos esses winespots incontornáveis do Porto.

10 Restaurantes | 5 Wine Bars | 5 Lojas de Vinho

Inclui restaurantes com diferentes tipos de cozinha, dos históricos, cuja qualidade e consistência resistiram a uma cultura frenética e à moda, àqueles que são como entrar em casa de amigos. Apresenta-lhe os bares de vinho que são o refúgio perfeito para antes ou depois do jantar, os que apoiam e se apoiam na diferença dos pequenos produtores e ainda as lojas que são o lugar perfeito para todos aqueles que preferem desfrutar em casa. Esta lista, que é para quem visita o Porto pela primeira vez e para quem lá vive desde sempre, deixa uma certeza: no Porto, nunca houve uma altura melhor do que agora para beber vinho.

RESTAURANTES


1. Gaveto

Por muitos e bons restaurantes que apareçam, há aqueles onde vale sempre a pena voltar e o Gaveto é um deles. Aberto desde 1984 e detentor de vários prémios, faz parte da tradição gastronómica da cidade, sendo conhecido pela qualidade e frescura do peixe e marisco que recebe diariamente. Uma das bandeiras da casa é a lampreia, responsável por verdadeiras romarias. A sua época começa no 1ºdia de janeiro, e consta da ementa logo no dia 2. Em arroz e à bordalesa, não se pode perder. A alargada carta de vinhos propõe “grandes vinhos do mundo” associados a algumas das especialidades da casa. Uma forma de demonstrar que pratos tão tradicionais como as açordas ou os arrozes caldosos de peixes são companhia ideal para vinhos reconhecidos da França, Alemanha, EUA e Nova Zelândia. A assessoria, nesse campo, cabe a Raul Riba D’Ave. Se perder a hora, não se preocupe, o restaurante funciona até à 1h30 da manhã.

R. Roberto Ivens, 826, Matosinhos | T. 22 937 8796


2. Euskalduna Studio

Traduzido do basco, Euskalduna quer dizer Vasco, o nome do chef proprietário deste espaço, que passou pelo Mugaritz e o Arzak, restaurantes míticos do país Basco. Neste estúdio, onde Vasco Coelho Santos e a sua equipa experimentam novos pratos, conceitos e combinações, vai sentir-se no meio do processo de criação. O restaurante acomoda até 16 pessoas em duas zonas diferentes: uma área privada com 3 mesas e 8 lugares, e a área da cozinha com um balcão, aconselhável para quem gosta de ficar perto da ação. No Euskalduna não há equipa de sala, todos os pratos são servidos pelos cozinheiros, sem intermediação. Assente em produtos de época de grande qualidade, com manipulações reduzidas ao essencial, o menu único de 10 a 12 tempos é para apreciar com calma. A proposta muda regularmente de acordo com o que vai chegando às mãos do chef. Aqui experimenta cozinha de vanguarda, com respeito pelos produtos e tradição, num supperclub de porta aberta para a rua. Edgar Alves é o responsável pela escolha dos vinhos e pelo cuidadoso serviço. A carta de vinhos não é grande mas é diversificada e evita o óbvio, dando preferência a vinhos com personalidade (novos e colheitas antigas) de pequenos produtores de todo o país.

R. de Santo Ildefonso, 404, Porto | T. 935 335 301

3. Pedro Lemos

No coração da Foz Velha, foi o primeiro restaurante da cidade, em 2014, distinguido com uma estrela Michelin. Aqui vai encontrar os sabores tradicionais portugueses, recriados pelo chefe Pedro Lemos, numa ementa que se renova a cada estação. As refeições querem-se demoradas, transformadas em verdadeiras experiências gastronómicas. Com menos tempo, pode experimentar a hora do chá e das guloseimas ou explorar os petiscos e a magnífica garrafeira, quem sabe sentindo a maresia no terraço. A carta de vinhos, da responsabilidade de Pedro Ferreira, é extensa e recheada de referências de topo, sendo muitas delas servidas a copo.

R. do Padre Luís Cabral, 974, Porto | T. 220115986

4. Esquina do Avesso

Sítio privilegiado para almoçar ou para um jantar intimista a dois. Os pratos baseiam-se em receitas de tradição nacional, com um twist irreverente dado pelo chef Nuno Castro, sem deixar de ser cozinha de conforto. O ambiente é moderno e descontraído, com os empregados a refletir a filosofia do espaço. Vestidos com jardineiras de ganga, convidam à informalidade e circulam diligentes entre as três salas e o balcão, sem perder tempo. Mas isso não significa que este seja um local para pressas, pelo contrário: os criativos petiscos e pratos convidam à partilha e a derramar conversa com os amigos.

Rua de Santa Catarina, 102, Leça da Palmeira | T. 912 286 521/ 223 238 074

5. Antiqvvm

É no antigo Solar do Vinho do Porto, com uma magnífica vista sobre o rio Douro, que se encontra este restaurante com uma estrela Michelin. Sente-se e espere por uma reinterpretação arrojada da gastronomia tradicional portuguesa pela mão do chef Vítor Matos, que combina propostas com base em produtos regionais, como a alheira de Mirandela, e de alta cozinha, como o foie gras. Se o menu tem uma componente internacional bem visível, a carta de vinhos, da responsabilidade do sommelier António Lopes, é marcadamente portuguesa. À exceção de uma dúzia de champanhes, as restantes duas centenas de referências são nacionais, com a região do Douro a ter primazia. Nos vinhos de sobremesa há uma oferta de 60 portos. Pontualmente, o chef Vítor Matos dedica-se também ao desenvolvimento de vinhos com a sua assinatura.

R. de Entre-Quintas, 220, Porto | T. 912 024 754/ 22 600 0445

6. Cafeína

Em plena Foz do Douro, a dois passos do mar, encontra-se aquele que continua a ser um dos restaurantes mais cosmopolitas e trendy do Porto. Atores, músicos, políticos, estilistas, manequins e anónimos, fazem deste espaço, assinado pelo carismático empresário Vasco Mourão, um ponto de encontro na cidade. Volvidos mais de 20 anos desde a sua abertura, é impossível dissociar o Cafeína da evolução gastronómica do Porto. A sua cozinha soube reinventar-se com o passar dos anos, estando hoje nas mãos do chef Camilo Jaña. O respeito pelo produto, a simplicidade e o bom gosto da bistronomie estão em perfeita comunhão com os sabores portugueses, sentindo-se as influências francesa e italiana. A carta de vinhos é irrepreensível. Os almoços prolongam-se até às 18h e os jantares até à 01h30.

Rua do Padrão, 100, Foz, Porto | 22 6108059/22 6189953

7. VINUM

Instalado em caves do século XIX, o restaurante está rodeado de história, o que só por si já justifica a visita. Os pratos foram criados especialmente para harmonizar com os vinhos Douro DOC e do Porto produzidos com mestria pela família Symington. O vinho é uma das forças motrizes da cozinha do chef Hugo Rocha, reforçada pelo serviço da equipa de sala, que sugere o melhor pairing a cada momento dos menus de degustação. A sala principal do restaurante tem uma vista única sobre as cerca de 3200 barricas de vinho em envelhecimento nas caves. No prolongamento desta, encontra-se o Atrium, o jardim de Inverno onde se pode desfrutar, quer de dia quer de noite, de uma paisagem arrebatadora sobre a cidade do Porto, sobre o rio Douro e a Ponte Dom Luís. No Wine Bar, complementado com um terraço, além de uma carta extensa de vinhos, com uma várias opções a copo, há também uma ementa mais informal, com refeições ligeiras e pratos para partilhar, com um foco especial nas conservas portuguesas, nas ostras da ria formosa e em petiscos tradicionais.

Rua do Agro, 141 (Caves Graham’s), Vila Nova de Gaia | T. 220930417

8. Paparico

As paredes de pedra e o mobiliário de madeira criam um ambiente rústico e acolhedor neste restaurante decorado com alfaias agrícolas e fotografias a preto e branco, que prefaciam o cardápio.Destaque para o bar que dá acesso à sala de jantar, onde pode dar asas ao epicurista que há em si, com a melhor seleção de destilados que o Porto tem para oferecer. Excelente garrafeira com 1200 referências, copos irrepreensíveis, tratamento de temperaturas impecável e uma extensa carta de vinhos com muitas e boas opções.

R. Costa Cabral, 2343, Porto | T. 22 540 0548

9. Puro 4050

Não é um típico restaurante italiano apesar das suas especialidades o serem e dos produtos usados virem diretamente de Itália. O Puro 4050 apresenta-se como um bar de mozarellas de búfala, onde cada um faz o seu prato a partir do ingrediente central: o queijo mozzarella oriundo de Caserta, na Câmpania, juntando-lhe saladas e azeitonas, patés e queijos, focaccias e charcutaria italiana, sem esquecer as pastas e os risotos. A carta é como um puzzle que os clientes vão montando a seu gosto. Decoração de estilo colonial, com mapas e ilustrações de animais trazidos por Inês Mendonça, uma das proprietárias, de São Tomé e Príncipe. O escaravelho, que é a imagem de marca do restaurante, representa a pureza de uma comida saudável e, em algumas culturas, é um símbolo de sorte.

Largo São Domingos, 84, Porto | T. 222 011 852

10. Rui Paula DOP

Natural do Porto, o chef propõe uma aventura pelos sabores recriados da clássica cozinha Portuguesa, sem esquecer a riqueza da gastronomia portuense. Pratica uma cozinha etno-emocional, que não restringe limites geográficos à criação e à influência, mas profundamente ligada às raízes culturais. A carta de vinhos é extensa, com uma seleção surpreendente, entre centenas de referências de grande qualidade, que representam diversas regiões vitivinícolas do mundo. Os sommeliers estudam cada combinação em busca das melhores propostas, trabalho que tem dado frutos, nomeadamente os prémios “Melhor Carta Nacional Absoluta de Vinhos 2013” e “Best Award of Excelence 2014” pela prestigiada revista de vinhos Wine Spectator. Ao fundo da sala do DOP, existe uma montra com peixes frescos, onde é possível ver o sushiman em ação e onde é servido um dos melhores sushis de fusão da cidade.

Largo de S. Domingos, 18, Porto | T. 910 014 041

WINE BARS

11. All In Porto

Inaugurado em plena baixa do Porto em julho de 2017, este bar de vinhos tem um ambiente descontraído e acolhedor para saborear vinhos e petiscos portugueses. Pode explorar detalhadamente a lista, pois está aberto todos os dias.

Rua dos Caldeireiros, 111, Porto | T. 223169278

12. Wine Quay Bar

Este bar de vinhos e petiscos não podia ter melhor localização. Em plena Ribeira, com vista sobre o rio Douro, o Muro dos Bacalhoeiros serve-lhe de mesa para pousar os copos.A carta de vinhos é vasta, com mais de 100 referências de pequenos produtores, metade disponível a copo. A acompanhá-los, há enchidos, conservas e queijos de todas as regiões de Portugal, mas também almendrados, sugestão da casa para combinar com vinhos fortificados. Na porta ao lado, fica a loja Quay Market, a continuação da experiência do wine bar, para que o cliente possa levar o vinho de que gostou.Este que foi o primeiro wine bar a abrir no Porto, em 2012, conta já com vários prémios e distinções, entre eles, o título de Wine Bar de 2016 pela Revista de Vinhos e a inclusão, ano após ano, no Guia Michelin.

Muro dos Bacalhoeiros, 111 e 112, Porto | T. 22 20 80 119

13. Prova

O sommelier Diogo Amado quer mostrar que a experiência de entender e viver o vinho vai muito além de seu sabor. Para isso põe ao dispor o seu know how em vinhos e pairing. Numa cidade que está cheia de locais onde com foco nos vinhos da região, a Prova dá a possibilidade de conhecer as várias regiões, tendo um conceito mais abrangente. Para provar que a vida é melhor com música e com um copo de vinho, na última quinta-feira de cada mês há concertos de jazz.

Rua Ferreira Borges, 86, Porto | T. 916 499 121

14. Aduela

Esta taberna contemporânea, que serve vinhos e petiscos tradicionais portugueses, é ideal para relaxar ao fim da tarde, entre conversas com amigos e boa música do mundo. Tem bons vinhos a copo para acompanhar com salpicão, chouriço, alheira, sandes e tostas diversas ou boas conservas portuguesas. A isso juntam-se o encanto das portadas de madeira, colunas em pedra e mobiliário vintage que ajudam ao ambiente retro. O Aduela prolonga-se porta fora, com uma pequena esplanada mesmo em frente ao Teatro Carlos Alberto, que sublinha a sua condição de lugar privilegiado de convívio.

Rua das Oliveiras, 36, Porto | T. 22 208 4398

15. Capela Incomum

De um antigo local de culto abandonado, nasceu um bar verdadeiramente incomum. Nesta capela, situada na Baixa do Porto, não é preciso benzer-se à entrada nem rezar. Francisca Lobão só precisou de aproveitar o potencial do espaço para outro tipo de culto, o do vinho. Para não cometer sacrilégio, a proprietária teve o cuidado de enviar uma carta ao Bispo do Porto, que em resposta abençoou a ideia. Francisca quer fazer o mesmo com o vinho: dessacralizá-lo e torná-lo acessível aos comuns mortais, ajudando a democratizar o consumo dos vinhos portugueses. Optou, por isso, por criar uma Bíblia com representantes das várias regiões vitivinícolas nacionais. Para acompanhar, há sempre tábuas de queijos e enchidos e doces, para provar sem medo de pecar. Consulte a agenda para assistir às tertúlias, fado e poesia à capela.

Travessa do Carregal, 77 – 79 – 81, Porto | T. 936 129 050

LOJAS

16. Garage Wines

Se procura vinhos alternativos e menos conhecidos, acabou de os encontrar. Nesta garrafeira, em vez de corredores infindáveis cheios de garrafas, há vinhos exclusivos, produzidos em edições limitadas por pequenos produtores. São mais de 500 referências que o vão deixar boquiaberto. Todos os meses há provas de vinho gratuitas que, além de serem uma oportunidade para provar alguns vinhos novos no mercado e petiscar qualquer coisa, permitem estar à conversa com enólogos e produtores e, claro, comprar garrafas a preços mais em conta.

Garage Wines | Avenida Menéres, 681, Matosinhos | T. 932 514 520

17. Garrafeira Tio Pepe

Nenhuma lista dos melhores wine spots do Porto estaria completa sem o Tio Pepe, uma garrafeira de referência, dedicado à invicta de corpo e alma. Aqui encontra uma excelente seleção de vinhos do Porto e vinhos de mesa. O espaço dedicado ao vinho do Porto é independente, cuidadosamente organizado e climatizado, e tem um exemplar de cada ano que passou desde 1900. Nos vinhos de mesa, a seleção passa pelos vinhos mais conceituados e procurados.

Rua Eng.º Ferreira Dias, 51, Porto | T. 226184656

18. El Cortes Inglés

Seja qual for o seu gosto ou orçamento, aqui encontrará vinhos autênticos e inspiradores. A seleção de vinhos é extensa, com rótulos que não encontra em nenhum outro shopping, mas há sempre alguém à disposição para o guiar entre as opções. Para os fãs de vinho que procuram a sensação inebriante de descobrir e de se apaixonar por um novo vinho, as campanhas promocionais permitem compor a garrafeira a preços reduzidos.

El Cortes Inglés | Av. da República 1435, Vila Nova de Gaia | T. 22 378 1400

19. Garrafeira do Carmo

Se para si o plock da rolha soa a diversão, este é um dos melhores lugares para ampliar horizontes enológicos, já que tem uma grande seleção de vinho nacional, a preços justos. Casa especializada em todo o tipo de bebidas, com especial atenção ao vinho do Porto, com colheitas e vintages desde 1834 entre outros “Raros e Preciosos” de coleção particular. Poderá também aqui fazer uma degustação de vinho do Porto.

Rua do Carmo, 17-18 Porto | T. 222 003 285

20. Wine O’Clock

Instalada a escassos metros da praia, esta garrafeira em Matosinhos conta com mais de duas mil referências de vinho, nacionais e estrangeiras. Além dos vinhos de mesa, a Wine O’Clock tem champanhes, espumantes, gins, whiskeys e todos os acessórios necessários. O espaço é convidativo e inclui uma zona de provas, chamada “Let’s Drink”, e uma zona com charutos topo de gama. Organiza cursos e workshops, disponibiliza revistas, livros e filmes da especialidade, e ainda presta um serviço de aconselhamento que consiste em sugerir o melhor vinho para o cada momento.

Rua de Sousa Aroso, 297, Matosinhos | T. 223 192 384 / 917 299 808

Adegga WineMarket Porto 2018
5 de Maio, Porto, Hotel Porto Palácio

Lisbon gets a new gastronomic festival with the Adegga Food & Wine Festival

The 2-day festival that brings together the main wine producers in Portugal and the best food experiences will take place on the weekend of June 30th and July 1st.
(Versão em Português)

The new Adegga Food & Wine Festival will take place in the terraces of Pavilhão Carlos Lopes, in the city center, where Portuguese and internacional consumers will experience an innovative gastronomic event.

Based on the Summer edition of the Adegga WineMarket (widely considered one of the best wine events in Portugal) the festival will bring together wine producers selected by the Adegga team and gastronomic experiences with invited portuguese chefs. On each Chef’s Table visitors will be able to discover and taste the best food and wine pairings specifically designed by each chef. A special dinner with a unique concept will also take place on the first day of the event.

“Despite the fact the Adegga WineMarket is considered by our visitors as one of Portugal’s best wine experiences, raising the bar is on our DNA. We always had food options on our events but now we’ve created an integrated food and wine experience, where wine and food are deeply connected. We assume ourselves as a summer festival that presents  the best products and quality brands and simultaneously a special gastronomic experience.”, says André Ribeirinho, one of the founders of Adegga.

Adegga is a Wine & Lifestyle brand that recommends and brings together producers and consumers through a diversity of experiences.

André Ribeirinho, André Cid and Daniel Matos have created the Adegga WineMarket concept that, through more than 20 editions, has defined a new standard of quality wine events integrating such concepts as Taste & Buy, Event Online Shop, Rising Stars and the SmartWineGlass technology. SmartWineGlass  is an award-winning technology that is used in prestigious world-class wine events, helping event visitors remember the visited brands and tasted wines through an automatic email sent after the event. Adegga Rising Stars is a space for rising winemakers and projects inside the event. These are some of the innovations that have made Adegga a wine industry reference. Through a modern consumer-oriented comunication, Adegga has brought new consumers to wine and promoted over 200 quality wine producers. In previous years Adegga has taken Portuguese wine to Brussels, Berlin and Stockholm.

Event information:

  • Name: Adegga Food & Wine Festival
  • Dates: 30th June and 1st of July
  • Location: Terraces of Pavilhão Carlos Lopes
  • Tickets: available soon
  • Official Site: www.adegga.com

Lisboa ganha novo festival de vinhos e gastronomia com o Adegga Food & Wine Festival

Festival de dois dias, que reúne os principais produtores de vinho nacionais e as melhores experiências gastronómicas associadas, acontece nos dias 30 de Junho e 1 de Julho
(English version)


Nos próximos dias 30 de Junho e 1 de Julho Lisboa recebe um novo festival de vinhos e gastronomia: o Adegga Food & Wine Festival chega aos terraços do Pavilhão Carlos Lopes, em pleno centro da cidade, para proporcionar aos consumidores nacionais e internacionais uma experiência gastronómica inovadora.

Tendo como base a edição de verão do Adegga WineMarket (já considerado um dos melhores eventos do género a nível nacional) o festival vem juntar os produtores de vinho selecionados pela equipa do Adegga a experiências gastronómicas com chefs de cozinha convidados por marcas presentes. Em cada Mesa do Chef os visitantes vão poder descobrir e provar as melhores harmonizações entre comida e vinho concebidas especialmente por cada chef convidado. Na noite do primeiro dia de evento, acontece também um jantar especial com um conceito inédito em Lisboa.

“Apesar do Adegga WineMarket ser considerado pelos milhares de visitantes como uma das melhores experiências de vinho em Portugal, está no nosso ADN elevar constantemente a fasquia. Sempre existiram pequenos apontamentos gastronómicos nos nossos eventos, mas agora criámos uma experiência integrada de food and wine, em que há uma ligação profunda do vinho à comida. Assumimo-nos como um festival de verão que apresenta os melhores produtos e marcas de qualidade, que simultaneamente proporciona uma experiência gastronómica especial num ambiente descontraído”, refere André Ribeirinho, um dos fundadores do Adegga.

Adegga afirma-se desde 2009 como uma marca de Wine & Lifestyle, que recomenda e aproxima produtores a consumidores de vinho através de uma diversidade de experiências.

André Ribeirinho, André Cid e Daniel Matos criaram o conceito do Adegga WineMarket que ao longo de mais de 20 edições definiu o standard em eventos de vinho de qualidade, integrando Prova & Compra, Loja Online do Evento, Adegga Rising Stars e a tecnologia SmartWineGlass. A tecnologia SmartWineGlass, premiada internacionalmente e utilizada em prestigiados eventos de vinho a nível mundial, permite aos visitantes do evento recordar e guardar as marcas visitadas e os vinhos provados através do envio automático, após o evento, de um e-mail personalizado. O Adegga Rising Stars é um espaço dentro do evento que pretende dar a conhecer os novos enólogos e projectos em ascensão. Estas são algumas das inovações que tornaram o Adegga WineMarket numa referência na indústria do vinho. Através de uma comunicação moderna e orientada para o consumidor, o Adegga trouxe novos consumidores para o vinho e deu a conhecer mais de 200 produtores de qualidade. Em anos anteriores o Adegga internacionalizou o conceito e levou os produtores portugueses a Bruxelas, Berlim e Estocolmo.

Informações gerais:

  • Nome: Adegga Food & Wine Festival 2018
  • Data: 30 de Junho e 1 de Julho
  • Local: Terraços do Pavilhão Carlos Lopes
  • Bilhetes: Brevemente disponíveis
  • Site oficial: www.adegga.com

Sala Premium: 50 dos Melhores Vinhos de Portugal

A Sala Premium é uma oportunidade única para provar alguns dos melhores vinhos de Portugal. A próxima edição acontece no dia 1 de Dezembro em Lisboa no Adegga WineMarket Lisboa 2017.

A lista de vinhos da Sala Premium inclui vinhos únicos, raros, topos de gama e vinhos do Porto e Madeira antigos que fomos provando, descobrindo e tomando nota ao longo do último ano para agora os podermos colocar nesta prova exclusiva e irrepetível. Alguns vinhos estão disponíveis em Magnum, Double Magnum e Jeroboam.

Na Sala Premium poderá provar todos os vinhos especiais pelo menos uma vez. A prova é acompanhada por uma equipa de sommeliers profissionais que lhe servirão os vinhos na ordem e ritmo que desejar, estando sempre disponíveis para lhe descrever qualquer um dos vinhos presentes.

Os lugares são limitados por isso reserve o seu na bilheteira online do evento.

A lista dos vinhos especiais da Sala Premium (por ordem de prova):

Brancos
1 Real Companhia Velha Séries Donzelinho 2016
Uma novidade no mercado. A equipa da Real Companhia Velha a mostrar que pode fazer vinhos inovadores na região do Douro com viticultura e enologia de excepção (de Jorge Moreira). Um mono-varietal raro de Donzelinho, uma das castas mais usadas na produção de vinho do Porto branco.
Douro / n.d.
2-4 Soalheiro Terramatter 2016, 2015, 2014 (Vertical em Magnum)
Luis Cerdeira e a sua equipa em constante inovação com a casta nobre da região de Melgaço, o Alvarinho. Em prova, uma vertical de Soalheiro Terramatter (2016, 2015, 2014) em Magnum a provar que a casta Alvarinho (de Melgaço) envelhece de forma fantástica, mesmo (ou especialmente!) quando vem de uvas de produção biológica e não é filtrado. Um grande Soalheiro!
Monção e Melgaço / 35 €
5 Maria Izabel Vinhas da Princesa 2014 Branco (Magnum)
A Quinta Maria Izabel é um projecto recente mas está a tornar-se rapidamente num caso sério no Douro. A enologia, liderada por Dirk Niepoort, utiliza uvas provenientes de várias vinhas muito velhas no Alto Douro Vinhateiro (Mêda). Fermentação com leveduras indígenas, maturação longa em borras totais (12 meses) e maloláctica parcial começam a trazer, em especial neste Vinhas da Princesa, resultados ao nível dos melhores.
Douro / 114 € (Magnum)
6 Villa Oliveira 1ª Edição Blend 2010-2015
Uma das melhores novidades de 2017. O Villa Oliveira 1ª Edição traz à Sala Premium um blend raro de colheitas de 2010 a 2015 de Villa Oliveira Branco feito por Paulo Nunes, enólogo Casa da Passarella. Um vinho peculiar a mostrar que o blend de colheitas pode resultar em vinhos fantásticos e com enorme capacidade de envelhecimento.
Dão / 50 €
 
7 Covela Escolha 2014 (Double Magnum)
Os brancos da Quinta da Covela são dos melhores resultados da recuperação do projecto da quinta. Este Escolha é um blend de Avesso (uma das apostas da casa), de Chardonnay e outras castas de vinhas localizadas na quinta na margem direita do Douro mas tecnicamente dentro da região dos Vinhos Verdes. A beber com alguns anos e, se possível, em formato XXL.
Vinho Verde / 55 € (Double Magnum)
8 Quinta dos Carvalhais Branco Especial
Assumidamente Especial. Um branco resultante do blend dos vinhos das colheitas de 2004, 2005 e 2006 feito pela enóloga Beatriz Cabral de Almeida. Dono de um carácter único, é também um testemunho da capacidade de envelhecimento dos vinhos brancos da região do Dão. Um dos grandes vinhos brancos de Portugal.
Dão / 36 €



Tintos
9 Herdade do Rocim Terracotta Clay Aged 2015
A tradição romana de produção de vinho em talha de barro está de volta aos produtores do Alentejo, em especial aos da Vidigueira. As uvas são pisadas a pé, em lagar de pedra, com a totalidade dos engaços e apenas com leveduras indígenas. Colocado em talhas durante 16 meses (mais 8 em garrafa). Um blend de Alicante Bouschet, Petit Verdot, Trincadeira e Tannat. Para guardar (se conseguir).
Alentejo / 43 €
10 Maria Izabel Sublime 2015 (Double Magnum)
O vinho mais enigmático desta selecção. Elaborado a partir 4 lotes vinificados em separado com origem entre os 300 e 500 metros de altitude. O primeiro de 50%/50% de Tinta Roriz e Tinta Francisca (400 L no total). O segundo de 70%/30% de Touriga Nacional e Tinto Cão (500 L no total) e finalmente duas barricas de Tinta Roriz (2 x 400 L). Ainda nova mas muito sedoso, envolvente e com muita vivacidade. A prova na Sala Premium vai deixar boas memórias.
Douro / 79 €
11 Villa Oliveira 2014 – 125 Anos de História
Para a celebração dos 125 Anos de História da Casa da Passarella, Paulo Nunes, o enólogo, viajou no tempo para perceber como se fazia vinho há 125 anos no Dão da Casa da Passarella. Feito com 5 castas (Baga, Tinta Carvalha, Jaen, Alvarilhão e Tinta Amarela) esta edição do Villa Oliveira tem um enorme potencial de guarda. Para provar isso mesmo apenas 200 garrafas serão vendidas por ano ao longo da próxima década. Para provar na Sala Premium antes de, como espero, desaparecer rapidamente do mercado.
Dão / 80 €
12 Poeira 2014 (Magnum)
Jorge Moreira é indiscutivelmente um dos melhores enólogos de Portugal. É no Douro, onde trabalha com várias casas (Quinta de La Rosa, Real Companhia Velha) e no seu projecto pessoal (Poeira), que cria alguns dos melhores vinhos de Portugal. O Poeira, hoje umas das referências da região, é feito a partir de uma vinha velha (da quinta comprada em 2001 por sugestão de Dirk Niepoort). Poeira é hoje, merecidamente, um dos mais galardoados e desejados tintos do Douro. Na Sala Premium vamos provar a edição de 2014 em formato Magnum.
Douro / 70 € (Magnum)
 
13 J de José de Sousa 2014 (Magnum)
Na adega José de Sousa ainda são utilizadas algumas técnicas ancestrais de vinificação, sendo a mais emblemática a utilização da talha na fermentação das uvas. O essencial da vinificação em talha pouco mudou nos últimos séculos. Neste processo, as uvas tintas previamente pisadas a pé são desengaçadas à mão numa mesa chamada “mesa de ripanço”. Depois, parte do mosto, das películas e 30% do engaço são fermentados nas talhas de barro. O restante é fermentado em lagares. O uso das talhas confere especiarias e uma terceira dimensão ao vinho. Após a fermentação, o vinho tem uma maceração pelicular de 4 semanas, seguido do qual estagia em cascos de carvalho francês. É um processo artesanal e natural, tanto quanto o vinho que dele resulta.
Alentejo / 100 € (Magnum)
14 Herdade do Peso Ícone 2014 (Magnum)
Uma das melhores novidades de 2017! O Ícone 2014 tem entrada directa na lista dos melhores vinhos do Alentejo. Feito de Alicante Bouschet (96%) e com um apontamento de Syrah (4%) o Ícone é dono de uma frescura rara para a região do Alentejo (mesmo para a Vidigueira). Para guardar ou beber agora com muito (mas mesmo muito) prazer. Um grande trabalho do enólogo Luis Cabral de Almeida. Do Alentejo para a Sala Premium (em Magnum).
Alentejo / 85 € (Magnum)
15 Maria Izabel Vinhas da Princesa 2014 (Magnum)
A Quinta Maria Izabel é projecto nascido do sonho de um empresário brasileiro que se apaixonou pelo Douro e conseguiu convencer Dirk Niepoort a liderar a enologia. Este tinto é feito a partir de um field blend de Vinhas Velhas da Quinta Maria Izabel localizadas entre 300 e 400 metros de altitude e onde se destacam as castas Tinta Amarela e Tinta. O vinho estagia 12 meses num Balseiro de Carvalho Francês com mais de 40 anos de estágio prévio de Cognac. Um enorme tinto com muita vida pela frente, em prova, em Double Magnum, na Sala Premium.
Douro / 159 € (Magnum)
16 Grau Baumé 2014 (Magnum)
O Grau Baumé renasceu em 2014 na Adega do Zimbro, criado em 2008 com um posicionamento de vinhos de autor de pequena escala e qualidade excepcional. Adoptamos este projeto mantendo o seu posicionamento e atribuindo-lhe também um forte caráter experimental. É o vinho que vem das pequenas micro-vinificações bem sucedidas. Este tinto é um blend 2014, colhido antes da chuva, com 24 meses de estágio em barrica de carvalho francês e americano. Muito autêntico, sem adições nem make-up! Da barrica para a garrafa, sem filtros.
Douro / 50 € (Magnum)
17-18 Palácio da Bacalhôa 2014, 2013
A Quinta da Bacalhôa está localizada nas meias-encostas de Azeitão viradas a Norte. Encontra o “terroir” ideal para a produção de excelentes vinhos – solos calcários vermelhos e bem drenados com clima ameno devido à forte influência atlântica. As castas escolhidas no encepamento da Quinta, o Cabernet sauvignon, o Merlot e o Petit Verdot, beneficiam das condições naturais para uma maturação lenta e equilibrada.
Península de Setúbal / 50 €
19 Quinta do Noval 2014 (Magnum)
Intenso e concentrado, com uma boa estrutura tânica, distingue-se pela sua delicadeza, uma característica do estilo da Quinta do Noval. É o resultado de uma seleção rigorosa dos melhores lotes produzidos pela nossa quinta num determinado ano. É delicioso quando bebido jovem, mas vale a pena também guardá-lo em garrafeira para envelhecer..
Douro / 100 € (Magnum)
20-27 Esporão Reserva 2014, 2013, 2012, 2011, 2010, 2009, 2007, 2002 (Vertical)
Uma oportunidade única de provar 8 edições (entre 2002 a 2014) de um dos maiores clássicos do Alentejo. O Esporão Reserva é feito pelo Esporão desde 1985 e dispensa apresentações. Em prova na Sala Premium iremos ter o privilégio de conhecer 8 colheitas diferentes. Para além da qualidade do vinho vamos também poder observar a arte dos rótulos do único vinho em Portugal que reproduz obras originais diferentes nos seus rótulos todos os anos.
Alentejo / 16 €
 
28 Alves de Sousa Abandonado 2013 (Magnum)
Uma vinha velha com mais de 80 anos e várias falhas devido ao abandono durante alguns anos. Apesar de várias tentativas de recuperação apenas as cepas mais velhas eram capaz de resistir às condições extremas do local. Em 2004 Domingos Alves de Sousa vinificou esta vinha separadamente e, ao descobrir o seu carácter único e distinto, decidiu engarrafar em homenagem às igualmente únicas vinhas velhas do Douro. A vinha conta mais com mais de 20 castas autóctones plantadas em “field blend”. A oportunidade de provar um dos melhores tintos do Douro.
Douro / 190 € (Magnum)
29 Grande Rocim 2013
Foi desenhado para ser o melhor vinho da Herdade do Rocim e só é lançado em pequena quantidade e em anos excepcionais. Com enologia de Catarina Vieira e Pedro Ribeiro, o Grande Rocim é feito com 100% de Alicante Bouschet, a casta adoptiva (vem de França) usado em muitos dos melhores vinhos do Alentejo.
Alentejo / 58 €
30 Vale da Mata Reserva 2013
Foi no Vale da Mata que o “Avô Manuel” plantou as suas primeiras vinha como agricultor e que anos mais tarde, em 2003, a enóloga Catarina Vieira decidiu dar continuidade à tradição familiar. Este reserva, é feito das castas Touriga Nacional e Tinta Roriz plantadas na região de Lisboa onde o Oceano Atlântico influencia a frescura e a mineralidade do vinhos ali produzidos. 
Lisboa / 19 €
31 Niepoort Poeirinho Garrafeira 2012 (Double Magnum)
Ainda bem que Dirk Niepoort não sabe estar quieto. Em 2012 comprou a Quinta de Baixo na Bairrada (paixão sua antiga) onde o clima frio e húmido, influenciado pelo Oceano Atlântico, produz uvas com altos níveis de acidez e baixo teor de alcool. Entretanto com a primeira edição do Poeirinho 2012, Dirk Niepoort resolveu deixar de parte 2 tonéis para um estágio mais prolongado, com o intuito de criar um Garrafeira da Bairrada. O vinho manteve sempre uma enorme frescura e o longo estágio permitiu que ganhasse mais complexidade e estrutura. O Poeirinho Garrafeira 2012 provém de várias parcelas muito velhas, algumas das quais centenárias. Em prova mais do que merecida (e rara em Double Magnum) na Sala Premium.
Bairrada / 180 € (Double Magnum)
32-33 Cortes de Cima Incógnito 2012, 2002 (Vertical em Magnum)
Uma mini-vertical rara (e em Magnum!) de um dos maiores ícones do Alentejo. Em 1991, Hans e Carrie Jorgensen foram os primeiros produtores a plantar Syrah no Alentejo (nas Cortes de Cima) e a mudar a história da casta na região. Syrah não era, à época, uma casta permitida no Alentejo e, assim, surgiu o nome para o Incógnito e uma nova tendência na produção desta casta. Uma década separa as duas edições que estarão em prova na Sala premium. Imperdível.
Alentejo / 150 € (Magnum)

 
34 Quinta do Vesuvio 2012 (Magnum)
A Quinta do Vesuvio é uma das propriedades mais bonitas e emblemáticas da região do Douro. Adquirida pela familia Symington em 1989 pela indiscutível qualidade das suas uvas, a Quinta do Vesuvio tem um terroir único compostos por diferentes altitudes (até aos 500 metros) e distintos micro-climas. É essa mesma a riqueza que temos oportunidade de provar neste fantástico Quinta dos Vesuvio 2012, um blend de Touriga Nacional (75%) e Touriga Franca (25%). 
Douro / 130 € (Magnum)
 
35-38 Quinta dos Murças Reserva 2012, 2011, 2009, 2008 (Vertical em Magnum)
Em 2008 o Esporão comprou a Quinta dos Murças no Douro e deu início a um processo de recuperação da quinta respeitando o seu ecosistema. A quinta tem hoje 300.000 videiras (plantadas entre os 110 e 300 metros de altitude), 6.000 pés de oliveiras, um pomar com 800 laranjeiras, tangerineiras, limoeiros e outras árvores de fruto, e ainda cerca de 88ha de área florestal classificada. Desde 2016 que toda a quinta está em Modo de Produção Biológica sob orientação do responsável de enologia José Luís Moreira da Silva. Este Quinta dos Murças Reserva nasce nas vinhas mais velhas da Quinta (entre 150m e 280m de altitude), com exposição a Oeste. É a versão clássica dos vinhos da quinta.
Douro / 23 € (Magnum)
39 Niepoort Charme 2010 (Double Magnum)
A delicadeza do Douro engarrafada. É nos contrastes que o Charme (e Dirk Niepoort, já agora) se definem. Charme é tudo o que o Douro nunca poderia ser (diziam por aí). Inspirado pelos vinhos da região da Borgonha, Dirk Niepoort quis fazer um vinho com a elegância e a delicadeza numa região onde esses vinhos não existiam. Dirk não só conseguiu fazer um vinho com charme  como criou um dos mais fantásticos vinhos do Douro e um dos melhores de Portugal. Pura poesia engarrafada para beber como quem se perde num poema. Uma prova muito rara em Double Magnum na Sala Premium.
Douro / 350 € (Double Magnum)
40-42 Quinta do Sagrado Vinhas Velhas 2010, 2009, 2008 (Vertical em Double Magnum)
Algumas das vinhas mais velhas da região do Douro são plantações conjuntas de diferentes castas conhecidas por “field blends”. É deste tipo de vinhas Velhas, que podem incluir mais de 50 castas diferentes entre tintas e brancas, que estes Quinta do Sagrado Vinhas Velhas são feitos. Na Sala Premium de Lisboa vamos comprovar a qualidade da evolução destes vinhos numa mini-vertical de Vinhas Velhas em garrafas Double Magnum (3L) das edições de 2008, 2009 e 2010. 
Douro / 96 € (Double Magnum)
 
43 Pó de Poeira 2009 (Magnum)
O Pó de Poeira é o irmão mais novo do Poeira (ver acima). É feito a partir de vinhas mais novas da mesma encosta das vinhas do Poeira e tem um carácter mais leve e descontraído. Na Sala Premium vamos provar a edição de 2009 em formato Magnum para mostrar a enorme qualidade e frescura que um vinho de pouco mais de dez euros (custa 13€ actualmente) pode ter ao fim de 8 anos.
Douro / 35 € (Magnum)
 
44-45 Quinta do Sagrado VT 2009, 2008 (Vertical em Double Magnum)
Com enologia de José Maria Calém, os VT da Quinta do Sagrado são reconhecidos como dos tintos que melhor evoluiram em garrafa nos últimos 10 anos na região do Douro. Quem foi à Sala Premium do Adegga WineMarket no Porto teve oportunidade de comprovar a qualidade e a frescura impressionante destes vinhos. Na Sala Premium de Lisboa vamos provar uma mini-vertical em garrafas Double Magnum (3L) das edições de 2008 e 2009.
Douro / 80 € (Double Magnum)
46 Quinta do Sobreiró Vinhas de Rio Torto 2007
Um tinto de Trás-os-Montes a mostrar a capacidade envelhecimento dos vinhos da região. O blend, de uma vinha única – a Vinha de Rio Torto – é composto por Touriga Nacional (50%), Alicante Bouschet (35%) e Trincadeira (15%). Ao estágio em barricas de carvalho francês durante 24 meses, seguiu-se o estágio prolongado em garrafa durante 6 anos.
Trás-os-Montes / 17 €
47 Covela Reserva 2007
Uma novidade no mercado. Há apenas 2000 garrafas no mercado e tenho a certeza que esgotará muito rapidamente. As vinhas que deram origem a este vinho já não existem. Com muita pena minha porque é um dos melhores tintos que provei este ano. Esteve guardado à espera de estar forma perfeita para ser lançado. Um blend de Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon da margem direita do Rio Douro (e a fazer lembrar os vinhos de Bordéus no estilo). As garrafas que estarão na Sala Premium são uma das últimas oportunidades de provar este vinho. Vinho Verde / 27 €
48 Mouchão 2007 (Magnum)
É o vinho mais emblemático da Herdade do Mouchão. É desenhado com base na casta Alicante Bouschet, que encontrou na Herdade do Mouchão um “terroir” de eleição e que lhe confere um carácter único. O loteamento desta casta complementado com Trincadeira conferem-lhe um maior exotismo e elegância. Após fermentação em lagares o vinho estagia 24 meses em tonéis de 5,000 litros de carvalho português, macacaúba e mogno, e depois mais 24 a 36 meses em garrafa. O vinho Mouchão apresenta uma cor profunda, concentrada, um carácter especiado e a sua estrutura de taninos única potencia um longo envelhecimento em garrafa.
Alentejo / 125 €
49 Quinta do Sobreiró Reserva da Familia 2004
Mais um tinto de Trás-os-Montes a mostrar a capacidade envelhecimento dos vinhos da região. De entre os melhores vinhos de cada vindima foram seleccionadas as melhores barricas para o ‘Reserva da Família’, sendo depois submetido a um estágio prolongado em garrafa. Um blend de Touriga Nacional (50%), Trincadeira (35%) e Bastardo (15%).
Trás-os-Montes / 35 €
50 Mouchão Colheitas Antigas 2003 (Double Magnum)
Este vinho traduz o enorme pontencial de longevidade e carácter único dos vinhos da Herdade do Mouchão. De cada colheita do vinho Mouchão reserva-se um pequeno lote de garrafas, conservadas em ambiente climatizado, para serem lançadas no mercado 10 anos após o seu ano de colheita. O vinho Mouchão Colheitas Antigas evidencia toda a estrutura, exuberância e elegância que os vinhos Mouchão preservam ao longo dos anos.
Alentejo / 300 €
Vinho do Porto, Madeira e Moscatel
51 Quinta do Noval Vintage 2011
O Vintage Quinta do Noval caracteriza-se pela sua pureza de fruto e uma qualidade fina e delicada, que é típica dos vinhos da propriedade em geral, mas que encontra a sua mais notável e duradoura expressão nos Portos Vintage. Equilíbrio, harmonia, delicadeza e elegância são características dos nossos Vinhos do Porto Vintage, que são declarados apenas em anos excepcionais (3 ou 4 anos em cada década) e somente quando os vinhos alcançam o padrão rigoroso da Noval.
Porto / 175 €

52 Quinta do Vesuvio Vintage Port 2000 (Double Magnum)
A Quinta do Vesuvio é uma das propriedades mais bonitas e emblemáticas da região do Douro. Em  1989, a Quinta do Vesuvio foi adquirida adquirida pela familia Symington pela qualidade das suas uvas, que seriam utilizadas para os famosos Vinhos do Porto Vintage da familia. Ao descobrir o carácter único da Quinta do Vesuvio, a familia decidiu então engarrafar os próprios vinhos da quinta como este Vintage. Uma prova rara de garrafa Double Magnum de um ano clássico de um dos melhores Vintage Ports. Imperdível.
Porto / 400 € (Magnum)

 
53 Niepoort Colheita 1997 (Magnum)
Os Colheita são Portos Tawny de um único ano, envelhecidos em casco por um período mínimo de sete anos antes de serem engarrafados. Na Niepoort, os Colheitas são engarrafados, no mínimo com 10 anos de estágio. Um Porto Colheita com 20 anos para provar em Magnum na Sala Premium.  
Porto / 110 € (Magnum)
54 Blandy’s Terrantez 1980 (Magnum)

Madeira / 230 €
55 Porto Ferreira Vintage 1978 (Magnum)
O ano de 1978 não é um ano particularmente memorável no Vinho do Porto (para muita pena minha que nasci nesse ano) mas este Ferreira Vintage é um dos raros bons exemplos de que é possível fazer um bom Vintage mesmo em anos menos favoráveis. Um Porto Vintage com 39 anos, muito bem conservados, em prova em Magnum na Sala Premium.
Porto
 
56 Dow’s Vintage 1975 (Magnum)
Há mais de 200 anos que o nome Dow está associado a alguns dos melhores Vinhos do Porto do Douro Superior. Os Dow’s Vintage são produzidos apenas em anos de alta qualidade e em pequena quantidade contribuindo para uma das melhores reputações para uma casa de vinho do Porto. Em prova na Sala Premium estará um Porto Vintage com 42 anos em formato Magnum (onde está há guardado há quase 40 anos). Uma rara oportunidade de provar um Vintage de uma das melhores casas.
Douro / n.d.
 
57 Cossart Gordon Vintage Verdelho 1975
Não é por acaso que alguns dos melhores vinhos do Mundo (sim, leu bem) são vinhos da Madeira. A capacidade de envelhecimento e o prazer que estes vinhos conseguem proporcionar são inigualáveis por qualquer outro tipo de vinho (a par, claro, do vinho do Porto e do Moscatel de Setúbal). Este Vintage Verdelho 1975 é um vinho raro. Foi engarrafado em 2004 após 29 anos de envelhecimento em cascos de carvalho Americano no sistema tradicional de Canteiro. Os cascos foram gradualmente sendo transferidos dos andares de topo da adega (naturalmente mais quentes) para os andares intermédios e finalmente para o rés-do-chão onde é mais fresco. Este Verdelho 1975, com 42 anos, é um dos melhores vinhos que poderão provar este ano na Sala premium.
Madeira / 335 €
 
58 Graham’s 30 Anos (Jeroboam)
É pelo domínio irrepreensível de várias artes, como o blending, a tanoaria ou o envelhecimento, e muita dedicação que nos é possível hoje provar um dos melhores exemplos do que o tempo juntamente com o conhecimento do homem pode fazer. Com uma idade média de 30 anos, houve muito tempo para todos as componentes deste Tawny se integrarem e desenvolverem uma incrível complexidade. Um verdadeiro luxo de prova em formato Jeroboam. 4,5 litros (!) de puro prazer. 
Porto / 650 € (Jeroboam)
59 Royal Oporto 40 Anos
O Royal Oporto 40 Anos é proveniente de um lote de diferentes Vinhos do Porto, rigorosamente seleccionados e envelhecidos nos melhores cascos de carvalho, que apresenta um carácter e uma idade média correspondente à designação 40 anos. Um Vinho do Porto Velho, muito fino, licoroso e extremamente complexo que a Real Companhia Velha define como um Porto “envelhecido até à perfeição” e com uma harmonia que encanta os sentidos.
Porto / 70 €
60 JMF Moscatel de Setúbal Roxo 20 Anos
O Setúbal Roxo 20 Anos é um vinho de sobremesa produzido na Região de Setúbal, que foi reconhecida como região demarcada em 1907. Esta casta encontra-se em extinção, existindo apenas uma pequena vinha em Azeitão. Trata-se de uma uva roxa, que contém um aroma intenso a especiarias e um paladar concentrado e muito frutado. Este vinho é um lote de 4 colheitas, em que a colheita mais nova tem 23 anos e, a mais antiga 80 anos. O estágio é feito em madeira usada, visto que o que nos interessa é a oxidação daqui resultante e não o aroma a madeira.
Península de Setúbal / 99 €

PVP aproximados por garrafa de 75cl, Magnum (1,5 L), Double Magnum (3 L) ou Jeroboam (4,5 L) 

Um prova única!
Bilhete Sala Premium: 50 €
(inclui entrada no Adegga WineMarket).
Lugares limitados.

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26 dos Melhores Vinhos de Portugal na Sala Premium – Porto 2016

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26 dos melhores vinhos de portugal na sala premium

A experiência única da Sala Premium está de volta no Adegga WineMarket Porto 2016.

No dia 16 de Abril no Hotel Porto Palácio a Sala Premium será uma oportunidade para provar vinhos únicos, topos de gama e vinhos do Porto antigos. Uma sala exclusiva para provar alguns dos melhores vinhos de Portugal.

A Sala Premium do Adegga WineMarket Porto 2016 inclui:

  • A prova do branco premium do Monte da Ravasqueira.
  • A prova de garrafas especiais e com idade do produtor Adegga Selected Soalheiro.
  • A prova do muito especial Quinta do Portal Auru 2001, um tinto do Douro com 15 anos.
  • A prova de dois Douro de 2005: um Poças Reserva e um Quinta do Noval.
  • A prova de dois Dão e dois Douro do fantástico ano de 2011.
  • A prova de uma mini vertical de Villa Oliveira, o topo de gama da Casa da Passarella.
  • A prova do Legado 2011 um dos topos de gama do Douro da Casa Ferreirinha .
  • A prova de dois topos de gama do Alentejo de 2012.
  • A prova de três Portos Vintage de 1991, 1994 e 1999.
  • A prova especial de Colheitas 1995, 1992, 1977, 1959, 1952, 1941 e 1938 de vários produtores de qualidade.
  • A prova do Tawny 30 Anos da Ramos Pinto.

A Lista Oficial dos Vinhos da Sala Premium:

Vinho Região PVP
Brancos
1 Soalheiro Reserva 2009 Vinho Verde 24,40 €
2 Soalheiro Primeiras Vinhas 2012 Vinho Verde 17,70 €
3 MR Premium 2013 Alentejo 20 €
4 Niepoort Coche 2014 Douro 54,25 €
5 Soalheiro Granit 2015 Vinho Verde 10 €
Tintos
6 Quinta do Portal Auru 2001 (Magnum) Douro 375 €
7 Poças Reserva 2005 Douro  –
8 Quinta do Noval 2005 Douro  –
9 Quinta dos Carvalhais Reserva 2011 Dão  25 €
10 Casa da Passarella Villa Oliveira 2009 Dão  –
11 Casa da Passarella Villa Oliveira 2011 – Novidade Dão 35 €
12 Carvalhas Vinhas Velhas 2011 Douro 45 €
13 Legado 2011 Douro 220 €
14 MR Premium 2012 Alentejo 50 €
15 Paulo Laureano Vinea Julieta Talhão 24 2012 Alentejo 39,99 €
Vinho do Porto
16 Poças Vintage 1991 Porto  –
17 Quinta do Noval Vintage 1994 Porto  –
18 Porto Ferreira Quinta da Leda Vintage 1999 Porto  85 €
19 Barros Colheita 1938 Porto  500 €
20 Kopke Colheita 1941 Porto  500 €
21 Burmester Colheita 1952 Porto  400 €
22 Niepoort Colheita 1959 Porto  –
23 Royal Oporto Colheita 1977 Porto  –
24 Poças Colheita 1992 Porto  –
25 Quinta do Noval Colheita 1995 Porto  –
26 Ramos Pinto 30 Anos Porto 70 €

Lugares limitados. Bilhetes já disponíveis.
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